segunda-feira, 16 de março de 2015

Vícios do ofício

O horizonte lá no fundo que te come a alma veio lhe buscar,
ora pros teus santos o quanto puder pra ver se esclarece os dias,
sorria pois a neblina chega pra encobrir e te mostrar que a estrada não acaba numa só palavra.
Nada se perde quando nada se ganha, tudo a se arriscar quando a mente se estranha 

Inconscientemente os fragmentos se esvaem, vai e vem reconstruindo um novo argumento
dentro do ser cinzento.
Dúvidas e dívidas se renovam e provam que se reinventar é necessário,
me encho de vazio e me esvazio a tempo de chegar no horário  ...de mudar.

São vícios do ofício,
propício ao acaso,
o erro nos ensina
que o acerto não tem prazo.

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