sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Sobre vivente decadente

Conforme os meses passam
o tédio e o sofá se abraçam.
Eu tiro a desgraça para uma dança
vem cá! me arranque essa mordaça, e corre, some!
que a minha vingança tem nome.

Eu rodo e me acomodo num moinho de fumaça.
Um homem de noitadas
vivendo dias de cão.
Mas eu sei que logo isso passa
se não com vinho então com cachaça.

Até que o moinho vire furacão.